sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Messias Targino

Prefeito e Secretário participaram de Seminário do "Simples Nacional e REDESIM"




Durante os dias 11 e 12 de setembro, o prefeito de Messias Targino, Arthur de Oliveira Targino, e o Controlador-Geral do Município, Wigno de Begno Olímpio de Freitas, participaram do "I Seminário do Simples Nacional e Redesim".

O REDESIM é a Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios, criada pela Lei Federal nº 11.598/2007.

Realizado na Escola de Governo do Estado, em Natal, o evento teve como objetivo promover a disseminação do projeto entre empresários, instituições e Municípios interessados.

O Estado do Rio Grande do Norte, por meio da Secretaria do Desenvolvimento Econômico e da Junta Comercial do Rio Grande do Norte - JUCEN, compõe a coordenação do subcomitê da Redesim no RN, em parceria com outros órgãos como SEBRAE, Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte - FEMURN, Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte - FIERN, entre outras instituições.

Com o objetivo de reduzir o tempo para abertura, alteração e fechamento de empresas em todo o Estado, a REDESIM funcionará como um portal na internet, onde o empresário terá acesso a todos os procedimentos para legalizar seus negócios.

O Seminário foi destinado aos servidores da Junta Comercial do RN, de administrações tributárias da União, do Estado e de Municípios, além de secretários municipais de Tributação, Finanças e Desenvolvimento Econômico e prefeitos dos Municípios potiguares.

O prefeito Arthur Targino segue os passos da ex-prefeita Shirley Ferreira Targino, buscando apoiar e fomentar o empreendedorismo, ajudando a formalizar pequenos negócios antes informais.

O texto tem informações e foto da página www.prefeiturademessiastargino.blogspot.com.br.

Patu

Prefeitura entregará à população obra e equipamento

Neste sábado, 14 de setembro, a prefeita de Patu, Evilásia Gildênia de Oliveira, e o secretário municipal de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente, Ricardo Vieira da Silva, estarão entregando ao povo patuense uma importante obra.

Trata-se da inauguração do Abatedouro Municipal "Manoel Raimundo da Silva", construído em parceria entre a Administração Municipal e o Governo Federal.

A solenidade acontecerá às 16 horas deste dia 14 de setembro, às margens da Rodovia BR 226, onde está edificado o novo Abatedouro Público do Município.

Além disso, a prefeita Evilásia entregará à comunidade patuense uma máquina tipo caçamba, que será utilizada pela Prefeitura de Patu em diversas atividades.

O evento contará com a participação da prefeita Evilásia, dos seus auxiliares diretos, da vice-prefeita Gorete Forte, de vereadores e de outras autoridades, além do maior beneficiado de tudo isso, o povo de Patu.

Educação via rádio

Patuense comanda programa educativo em rádio mossoroense

Usar os veículos de comunicação para difundir o conhecimento tem sido uma marca na vida do professor Sávio Marcellus de Andrade, um filho de Patu que há décadas reside em Mossoró.

Sávio Marcellus, que é professor de História, por muitos anos foi responsável no Jornal de Fato pela redação e edição do caderno "Vestibular", voltado aos estudantes que se preparam para as provas de ingresso na universidade.


Professor Sávio (foto: Blog do Carlos Escóssia)

Agora, o professor Sávio Marcellus comanda na Rádio FM 95, de Mossoró (empresa do grupo TCM), todos os sábados, o programa "Mande Bem no Enem", veiculado das 15 às 16 horas.

O programa tem vasto conteúdo, com dicas, atualidades, aulas e entrevistas, tudo com vistas a uma preparação dos alunos-ouvintes para o Exame Nacional do Ensino Médio - ENEM.

O professor Sávio Marcellus de Andrade, graduado em História pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte - UERN e com pós-graduação, tem origens no Sítio Jatobá, zona rural de Patu. É neto de Sirino Andrade, filho de Nizinha Andrade e do ferroviário (de saudosa memória) Arlindo.

Sávio é professor da rede pública e também de diversas instituições de ensino da rede particular, tanto do ensino básico e também do ensino superior.

O programa "Mande bem no Enem", de muita audição, revela, além do enorme talento do professor, a força da radiodifusão, que, mesmo em tempos de internet, continua sendo um veículo de comunicação de muita abrangência nas diversas camadas sociais.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Patu

Município está em festa

Começou nesta sexta-feira, 6 de setembro, a 236ª Festa de Nossa Senhora das Dores, padroeira de Patu e da Paróquia de mesmo nome.

Os atos religiosos seguirão até o dia 15 de setembro. O novenário na Igreja Matriz de Nossa Senhora das Dores é o ponto alto do evento religioso, que costuma levar às ruas e à Igreja Matriz um grande número de fieis cristãos-católicos.

Para consultar a programação completa da Festa de Nossa Senhora das Dores (clique aqui).

E neste sábado, 7 de setembro, a cidade viverá a 30ª edição da Feira da Cultura, evento social e cultural que acontece paralelamente à Festa da Padroeira de Patu.

A Feira da Cultura acontecerá até o dia 14 de setembro, com uma vasta programação social e cultural em praça pública.

Para viasualizar a programação completa da Feira da Cultura (clique aqui).

Vergonha!

Rede Globo muda regra do voleibol

Em nome da não-mudança da sua programação, a Rede Globo de Televisão novamente interfere de forma vergonhosa no esporte nacional, a ponto de mudar as regras de um dos esportes mais difundidos no País do futebol.

Nos próximos campeonatos brasileiros de voleibol, ou Superliga masculina e Superliga feminina de vôlei, os sets das partidas (à exceção do quinto set, se houver) terão apenas vinte e um pontos, e não os vinte e cinco pontos definidos como regra do jogo.

Assim se dará para que a toda-poderosa Rede Globo, detentora dos direitos de transmissão das duas Superligas de voleibol do Brasil, passe menos tempo transmitindo as partidas e, consequentemente, não tenha que alterar tanto a sua grade de programação.

Isso é uma vergonha. E vergonha maior é saber que a medida arbitrária conta com o aval dos dirigentes do esporte no Brasil e também com a cumplicidade de praticamente todos os jogadores de voleibol das duas Superligas, exceto um ou outro que, fora dos holofotes da Globo, disse discordar da nova fórmula de disputa.

Um boicote generalizado aos jogos das próximas edições da Superliga masculina e da Superliga feminina de voleibol certamente seria uma boa resposta da sociedade a mais uma ação ditatorial da Rede Globo de Televisão.

A pouca presença dos amantes do vôlei nos ginásios de esporte onde se realizarão as partidas e a falta de audiência da TV dos Marinho durante as transmissões das partidas das duas Superligas talvez freassem essa ideia maluca e arbitrária da Rede Globo e dos dirigentes subservientes da Confederação Brasileira de Voleibol.

Rede Globo já manipula o calendário do futebol

No futebol, em que a Rede Globo detém os direitos de transmissão dos principais torneios do Brasil e da América do Sul, partidas chegam a ter dias e horários alterados para que se atenda aos caprichos da TV da família Marinho.

Agora, o voleibol acompanha a pouca vergonha, e regra importante do esporte será alterada em nome da comodidade da Rede Globo.

Até quando?

Do Xerife

Lula diz que EUA se acham "xerife do mundo"
O ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva disse, nesta sexta-feira (6), que a espionagem praticada pelos EUA sobre a presidente Dilma Rousseff é um risco para a soberania do País. Ele fez a declaração durante encontro com a bancada de deputados estaduais do PT na Assembleia Legislativa de São Paulo.
— O mínimo que se espera é que o presidente Obama venha humildemente pedir desculpas.
O ex-presidente também afirmou que as intenções dos EUA de defender o mundo de ataques terroristas não justificam a espionagem.
— Os EUA não foram nomeados xerife do mundo, ninguém pediu, se eles querem saber alguma coisa da Dilma que perguntem. Os americanos passaram do limite, mas sempre haverá no Brasil um vira-lata que acha que eles estão certos.
Para Lula, “a verdade é que os EUA não suportam o fato de o Brasil ter virado um ator global”.
— Os americanos acham que nós estamos incomodando.
O ex-presidente disse que os brasileiros lutaram mais de 20 anos por democracia e que “não podemos admitir que um país se dê ao luxo de ficar tentando gravar, copiar e-mail de um presidente da República”.
— Conheço bem a Dilma e sei que ela vai tomar as providências necessárias, mas é preciso ficar claro que estamos vulneráveis.
Fonte: www.R7.com via www.robsonpiresxerife.com

Opinião

A ingratidão da Globo
Mino Carta


Editorial de O Globo


Ingratidão da Globo me espanta, ela vomita no prato em que comeu, com o perdão pelo uso do verbo, de eficácia indiscutível, no entanto. Aludo ao editorial com que o mais autorizado porta-voz das Organizações, O Globo, brindou seus leitores dia 1º de setembro. Diz-se ali que apoiar o golpe de 64 foi erro nascido de um equívoco. Veio a ditadura, como sabemos, provocada pelos gendarmes chamados pelos donos do poder civil, entre os quais figurava, com todos os méritos, Roberto Marinho, e os anos de chumbo de alguns foram de ouro para a Globo.
A empresa do doutor Roberto cresceu extraordinariamente graças aos favores proporcionados pelos ditadores, gozou de regalias incontáveis, floresceu até os limites do monopólio. O apoio de 64 prosseguiu impavidamente por 21 anos, enquanto o Terror de Estado imperava. Grassavam tortura e censura, repetiam-se os expurgos dentro do Congresso mantido como estertor democrático de pura fancaria. Só o MDB do doutor Ulysses Guimarães redimiu o pecado original ao reunir debaixo da sua bandeira todos os opositores do regime. Para desgosto da Globo.
Sim, O Globo apoiou o golpe, juntamente com os demais jornalões como o editorial não deixa de acentuar, e também apoiou os desmandos do regime, a começar pelo golpe dentro do golpe que resultou no Ato Institucional nº 5. E prisões e perseguições, e até as ditaduras argentina, chilena e uruguaia.
Em contrapartida, combateu Brizola governador, e de modo geral, os demais governos de estado conquistados pela oposição em conjunturas diversas, bem como o movimento sindical surgido sob o impulso de um certo Luiz Inácio, presidente do Sindicado dos Metalúrgicos de São Bernardo e Diadema, responsável pelas greves de 78, 79 e 80, finalmente preso e enquadrado na famigerada Lei de Segurança Nacional.
Derradeiro lance global, a condenação inapelável do movimento das Diretas Já, quando a Globo foi alvo da ira popular e um veículo da empresa foi incendiado na Avenida Paulista no dia 25 de janeiro de 84, ao término de uma manifestação que reuniu na Praça da Sé 500 mil pessoas. Rejubilou-se, contudo, o doutor Roberto, com a rejeição da emenda das Diretas, obra magistral da Arena de José Sarney, e com a formação da Aliança Nacional, nome de fantasia da enésima, inesgotável conciliação das elites.
Não se diga que a Globo deixou de ser coerente com seus ideais. Decisiva na eleição de Fernando Collor em 89, com a manipulação do debate de encerramento com Lula, comandada pelo doutor Roberto em pessoa. Nosso colega, como sustentavam seus assalariados, não hesitou em promover a festa carnavalesca contra o presidente corrupto, desmascarado somente pela IstoÉ ao descobrir a testemunha inesperada e fatal, o motorista Eriberto. Antes disso, o governo Sarney contara com o apoio irrestrito da Globo, sempre beneficiada por Antonio Carlos Magalhães, ministro da Comunicações, na mesma medida em que o fora por outro amigo insubstituível, Armando Falcão, ministro da Justiça do ditador Ernesto Geisel.

O governo Fernando Henrique quebrou o País três vezes, mas nunca lhe faltou o aplauso global oito anos a fio, tanto mais na hora do singular episódio intitulado “Privataria Tucana” e da compra dos votos para garantir a reeleição do príncipe dos sociólogos, sem falar do “mensalão" também tucano. Houve até o momento em que, tomado de entusiasmo, o doutor Roberto acreditou cegamente na sua colunista Miriam Leitão, segundo quem, eleito pela segunda vez, FHC garantiria a estabilidade da moeda até o último alento. Doze dias depois de reempossado, o príncipe desvalorizou o real e cobriu a Globo de dívidas. Havia, contudo, um BNDES à disposição para tapar o buraco.

FHC deixou saudades, a justificar o apoio compacto aos candidatos tucanos nas eleições de 2002, 2006 e 2010. E a adesão à maciça campanha midiática que, como em 1964, coloca jornalões e quejandos de um lado só, então a favor do golpe, nos últimos dez anos contra um governo tido como de esquerda, atualmente a carregar a herança de Lula. Vale observar, aliás, que mesmo no instante do pretenso arrependimento, O Globo de domingo passado desfralda os mesmos argumentos de 50 anos atrás. Donde a evocação da “divisão ideológica do mundo” à sombra álgida da Guerra Fria, aprofundada no Brasil “pela radicalização de João Goulart”. Enfim, renova-se o aviso fatídico: a marcha da subversão estava às portas. Eu a espero em vão até hoje.
Sim, o doutor Roberto acreditou ter agido acertadamente até sua morte e sempre chamou o golpe de revolução. Explicaria em um dos seus retumbantes editoriais da primeira página, no 20º aniversário daquele que seus pupilos agora definem como “equívoco”, que “sem povo não haveria revolução”. E quem seria o povo daquela quadra criminosa? As marchas dos titulares da casa-grande e dos seus aspirantes, secundados pelos fâmulos momentaneamente retirados da senzala.
Sim, é verdade que muitos jornalistas de esquerda tiveram abrigo na redação de O Globo, e alguns deles foram e são amigos meus, mas não me consta que o doutor Roberto se tenha posicionado “com firmeza contra a perseguição” de profissionais de quaisquer outras redações. Vezos nativos. O Estadão chegou a hospedar colunistas portugueses, inimigos do regime salazarista. Tinham eles a virtude de escrever em castiço os editoriais ditados pelo doutor Julinho. Este gênero de situações reflete a pastosidade emoliente da realidade do País, onde o dono da casa-grande pode permitir-se tudo o que bem entender.
De todo modo, não é somente deste ponto de vista que a Globo foi deletéria. Ensaios foram escritos no exterior para provar como a influência global foi daninha, inclusive com telenovelas vulgarizadoras de uma visão burguesota, movida a consumismo e cultura da aparência, visceralmente apolítica, anódina e inodora. Como tevê, e como jornal, a Globo já foi bem melhor. Ocorrem-me programas de excelente qualidade, conduzidos por humoristas como Chico Anysio e Jô Soares, capazes às vezes de ousar o desafio sutil à ditadura. Mas a queda foi brutal, como se deu em relação ao jornal à época da direção de Evandro Carlos de Andrade. Lamentáveis as opiniões, em compensação, boa, frequentemente, a informação.
O texto do editorial carece, é óbvio, da grandeza que a situação recomendaria, pelo contrário é de mediocridade e superficialidade doridas, não somente na lida difícil com o vernáculo, mas também pela demonstração, linha a linha, palavra a palavra, e, mais ainda, no desenrolar do raciocínio central, da sua insinceridade orgânica. Surge, de resto, da covardia diante das manifestações anti-Globo e, como de hábito, aferra-se à hipocrisia típica dos senhores da casa-grande, velhacos até a medula.
Esta é a gente que gosta de brigar na proporção de cem contra um, se possível mil, sem mudar o número de quantos ousam confrontá-los. Incrível, embora natural, inescapável, nesta pasta víscida e maligna que compõe a verdade factual do país da casa-grande e da senzala, a falta de um debate em torno da peculiar confissão global, como acentua Claudio Bernabucci na sua coluna desta edição. Que dizem os jornalões acusados de conivência pelo O Globo? Que dizem as lideranças partidárias? E o Congresso? Nem se fale das figuras governistas e parlamentares que até agora enxergam na Globo um sustentáculo indispensável.
Silêncio geral, entre atônito e perplexo.
O autor do texto é jornalista e diretor da revista e do portal Carta Capital
Fonte: www.cartacapital.com.br

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Cultura

Música boa e música ruim
Amazan




Amazan - Música Boa e Música Ruim




Cada um curte o que gosta
eu sempre pensei assim
Só gosto de música boa,
não gosto de música ruim

Eu não quero criticar
a opção de ninguém
Mas tem música que não tem
condições de se escutar
É um mandando chupar
e o outro dizendo senta
Que o sabor é de menta
Essa galera não brinca,
e o negócio do enfica
quem danado é que aguenta

Cada um curte o que gosta
eu sempre pensei assim
Só gosto de música boa,
não gosto de música ruim

Música hoje é bagaceira
como é que vai ser bonita
Quem quer minha periquita,
trepa trepa trepadeira
Vou meter minha mangueira,
lhe pegar no pé do muro
Um negócio sem futuro
que cabra bom não engole
Um bando de bunda mole
dançando um tal de kuduro

Cada um curte o que gosta
eu sempre pensei assim
Só gosto de música boa,
não gosto de música ruim

Mas antes não era assim
porque música boa tinha
As canções do Pixinguinha,
Noel Rosa e Tom Jombin
Chico Rolando Boldrin
cada letra era um poema
O samba de Iracema,
baião da mulher rendeira
Aquarela brasileira
e Garota de Ipanema

Cada um curte o que gosta
eu sempre pensei assim
Só gosto de música boa,
não gosto de música ruim

Música hoje é tarrachina
um tal de tarrachaqui
Um tal de tarrachali
deu tapinha na bundinha
Alisando a cabecinha
dizendo arrocha negão
A dona do pacotão,
mostrando pro povo ver
É um tal de vamos beber
e a mulher não deixa não

Cada um curte o que gosta
eu sempre pensei assim
Só gosto de música boa,
não gosto de música ruim

Não tou generalizando
porque eu sou consciênte
Sei que tem gente descente
em muita banda dançando
Mas também está sobrando
fuleragem e desmantelo
Tem banda fazendo apelo
com uns cabras desbloqueados
E quatro damas de lado
só sacudindo o cabelo

Cada um curte o que gosta
eu sempre pensei assim
Só gosto de música boa,
não gosto de música ruim

Antigamente se ouvia
o som de Luiz Gonzaga,
O saudoso Evaldo Braga,
Marinês e compania
A lua que contagia
a nossa casa amarela
Do nordeste a aquarela
composição de Rosil
Targino e Gilberto Gil
esperando na janela

Cada um curte o que gosta
eu sempre pensei assim
Só gosto de música boa,
não gosto de música ruim

Agora virou piada
é agarra no meu peitinho
Quem comeu o coelhinho
deu lapada na rachada
A dançarina pelada
e o povo achando bonito,
outra dizendo que é Quito
capital do Equador
E dizem que nunca mudou
continua sempre Quito

Cada um curte o que gosta
eu sempre pensei assim
Só gosto de música boa,
não gosto de música ruim

Tem o tchu e tem o tchá
que não é mais um segredo,
Neymar levantou o dedo
mexeu pra lá e pra cá
Um tal de tchá tchá tchá
que eu não sei pra onde vai
Tem outra que o peito sai,
tudo do mesmo modelo
E tá nascendo um cabelo
na cabeça do meu pai

Cada um curte o que gosta
eu sempre pensei assim
Só gosto de música boa,
não gosto de música ruim

Tem aí um lek lek,
lek lek que eu duvido
que não dê dor de ouvido
Em boneco de maquete
Outro diz e repete
sua mãe pegou papai
E da internet não sai
um vídeo que tem mostrando
Um coreano dançando
e dizendo oppa gangnam style

Ehh sexy lady, oh, oh

Cada um curte o que gosta
eu sempre pensei assim
A música que eu acho boa
você pode achar ruim


Cada um curte o que gosta
eu sempre pensei assim
E a que você acha boa
talvez eu ache ruim

Oh, oh, oh, oh, oh vem pra cá dançar

Quer ouvir? Então (clique aqui)

sábado, 31 de agosto de 2013

Quer comprar?

Imóvel do balneário Mangue Seco está à venda

Localizado nas proximidades da zona urbana de Messias Targino, o imóvel onde localizado está o "Balneário Mangue Seco" está posto à venda.

Pertencente a Antonia de Almeida, filha de Pelópidas Pinto e Sebastiana Maria de Almeida, e aos filhos de Antonia (popularmente conhecida como "Toinha de Pelope"), o imóvel, que tem uma área de aproximadamente um e meio ou dois hectares, está para ser vendido.



Imagem do "Mangue Seco" em dia de festa

Há anos o imóvel vem sendo alugado a terceiros, que vez por outra exploram o lugar nos serviços de bar, restaurante e ponto de lazer, sobretudo em finais de semana.

No local há pelo menos duas edificações (uma casa, que serve de bar, e um espaço coberto, com palco e pista para dança), muitas árvores e uma pequena tubulação, que capta água de um açude localizado próximo ao imóvel.

A parte destinada a festas e eventos sociais encontra-se cercada por muro (na frente e atrás) e cerca de madeira e arame farpado (nas laterais). Além deste espaço há ainda mais terreno, onde também existem algumas árvores de médio e grande porte, típicas da mata de caatinga.

Em contato com o Blog, Euzébio Júnior e George Almeida, filhos de Antonia, informaram que a família pretende vender o imóvel, que tem espaço para loteamento, sem falar que o futuro comprador, se quiser, poderá manter o espaço destinado a lazer, explorando-o adequadamente.

No "Mangue Seco" já foram promovidas muitas festas carnavalescas (principalmente prévias) e diversos outros eventos sociais.

O fato de estar próximo à cidade, o banho de bica vez por outra ofertado aos frequentadores e a grande área coberta pela sombra das árvores são atrativos para quem busca um pouco de lazer para si e para a família, e que fizeram do "Mangue Seco" um ponto de referência em termos de evento em Messias Targino. 

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Representação

Messias Targino tem segundo secretário de Estado no governo de Rosalba

Nesta quarta-feira, 28 de agosto, o noticiário da imprensa estadual e a mídia alternativa deram destaque à nomeação da ex-prefeita de Messias Targino, Shirley Ferreira Targino, para o cargo de secretária de Estado de Trabalho, Habitação e Assistência Social.

Segundo a imprensa, mesmo diante de uma iminente ruptura do Partido da República - PR, partido de Shirley, com o governo da médica Rosalba Ciarlini (DEM), a ex-prefeita teria sido nomeada dentro da chamada "cota pessoal" da governadora.

A nova titular da SETHAS - Secretaria de Estado do Trabalho, Habitação e Assistência Social, ex-prefeita Shirley Ferreira Targino, foi a segunda nomeação de um messiense para um cargo de secretário de Estado na administração da governadora Rosalba Ciarlini Rosado. Até então, Shirley era assessora especial do Gabinete Civil da governadora.

Antes, tinha sido secretário de Estado de Recursos Hídricos na gestão administrativa de Rosalba o geólogo messiense Gilberto de Oliveira Jales, que, assim como Shirley, é tio do atual prefeito de Messias Targino, Arthur de Oliveira Targino.

Gilberto de Oliveira foi recentemente nomeado para cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte - TCE/RN.

Gilberto e Shirley têm ainda em comum o fato de que, quando Rosalba era prefeita de Mossoró, os dois foram seus auxiliares: Gilberto na área da agricultura, e Shirley na FUNGER - Fundação de Geração de Emprego e Renda do Município de Mossoró.

A nomeação de messienses para cargos de destaque no cenário estadual não é fato novo. Numa das gestões da então governadora Wilma de Faria, o também messiense Mano Targino, filho do ex-prefeito Osnildo de Freitas Targino e primo da ex-prefeita e atual secretária Shirley Ferreira Targino, também ocupou cargo com status de secretário de Estado. Na época, Mano foi diretor-presidente do Instituto de Pesos e Medidas - IPEM.