quinta-feira, 21 de agosto de 2014

OAB

PL que impõe que advogados marquem hora com juízes é inconstitucional

Brasília – O Conselho Federal da OAB, reunido em plenário nesta segunda-feira (18), debateu o Projeto de Lei nº 6732/2013, que altera o artigo 40 do Código de Processo Civil (CPC) e o artigo 7º do Estatuto da Advocacia, determinando que o advogado marque horário para ser recebido por juízes em seus gabinetes. O tema foi proposto pela seccional gaúcha da entidade.

O vice-presidente nacional da OAB, Claudio Lamachia, que presidia os trabalhos da mesa, entende que a matéria seja inconstitucional. “Certamente a Comissão de Acompanhamento Legislativo da Ordem já está se debruçando sobre a matéria para que esse PL não seja aprovado. Os argumentos existem e a hora é de concatenarmos ideias para provar que este projeto se constitui em ofensas a diversos princípios constitucionais. Acho que a visão da magistratura em relação ao projeto será objetiva e pragmática, tenho certeza de que estarão conosco”, disse.

O conselheiro federal Evânio José de Moura Santos, da OAB-SE, leu o voto enviado pela relatora, conselheira federal Lenora Viana de Assis, também da OAB-SE. “Entendemos ser inconstitucional a marcação de horário para que o advogado seja atendido. O que pretende a referida lei é criar embaraços e até mesmo obstar o acesso do advogado ao magistrado. Temos, por força estatutária, o direito de nos dirigirmos diretamente à sala dos juízes, sem necessidade de agendamento”, citou Evânio.

Ele lembrou decisão recente sobre o assunto. “No CNJ, em julho de 2007, ficou decidido que o magistrado é obrigado a receber o advogado em seu gabinete, independentemente de marcações ou prévio aviso. É um dever funcional previsto, inclusive, na Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman), e sua não observância pode ser interpretada como improbidade administrativa”, frisou o conselheiro.

Luiz Cláudio Allemand, presidente da Comissão Especial de Direito da Tecnologia e Informação da OAB e conselheiro federal pela OAB Espírito Santo, lembrou que “o projeto de lei inviabiliza o acesso ao magistrado. É hora da bancada legislativa capixaba fazer a sua movimentação para que essa matéria não siga em frente. Fere-se prerrogativas, restringe-se direitos”.

Posição reforçada pelo Membro Honorário Vitalício, Roberto Antônio Busato. “A exposição de motivos do referido PL é ingênua e grosseira. O projeto é lamentável, uma iniciativa que realmente não pode ir pra frente. Tem vícios insanáveis de origem e é uma afronta a advocacia, principalmente à capixaba, pois o projeto nasceu no Espírito Santo”, finalizou.

Fonte: www.oab.org.br

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Opinião

DILMA DEMITE BONNER

Paulo Henrique Amorim
 
Bonner achou que a Dilma era o Aécio ou o Eduardo e ia empurrar a Dilma contra a parede no debate de 15′ no jn.

Deu-se mal.

Numa televisão séria, Bonner teria voltado para o Rio sem emprego.

Dilma não se deixou emparedar e assumiu o controle de todas as respostas.

Empurrou a questão da corrupção pela goela abaixo dos tucanos – que sobrevivem no jn.

Lula e ela estruturaram o combate à corrupção. Deram autonomia à PF e ao MP.

No Governo dela e de Lula não tinha um Engavetador Geral da República.

A Controladoria Geral da União se tornou um orgão forte no combate ao malfeito.

Ela aprovou a Lei de Acesso à Informação (podia ter dito que o partido do jn, o PSDB, tomou como primeira providência ao chegar ao poder, com FHC, extinguir uma Comissão de Combate à Corrupção).

(Aliás, Bonner disse, na abertura, numa gaguejada, que o PSB era o PSDB … Lapso freudiano …)

Dilma ressaltou que nem todas as denuncias (do jn) resultaram em crimes comprovados.

Bonner tentou jogar a mais óbvia casca de banana: obrigar a Dilma contestar o julgamento do do STF sobre o mensalão.

Ela tirou de letra: Presidente da República nao discute decisão de outro Poder.

Bonner insistiu.

Deu-se mal.

A Poeta, finalmente, justificou a passagem, e invocou o Datafalha para dizer que o problema do brasileiro é a Saude.

Dilma enfiou-lhe pela garganta o sucesso retumbante do Mais Médicos, que atende 50 milhões de brasileiros.

Bonner revelou sua aflição, mal se continha na cadeira, bradava “a Economia !”, “a Economia !”, como se fosse sua bala de prata.

Dilma continuou, no comando dos trabalhos, a falar do problema da Saúde.

Quando bem quis, concedeu ao Bonner o direito de falar sobre a Economia !

E ele veio com  xaropada da Urubóloga.

(Interessante que o Bonner pensa que ninguém percebe que a pergunta dele, na verdade, é uma longa exposição daquilo que ele quer que o espectador pense que seja a verdade dos fatos. Ele quis falar mais que a Dilma. Ele se acha…)

Inflação explodiu !, disse o entrevistador/candidato.

Sobre a inflação, Dilma mostrou que ele não sabe nada.

A inflação é negativa.

Todos os indices estão em ZERO !

Sobre o crescimento, falou uma linguagem que o Bonner ignora: “indicadores antecedentes”.

Os dados de hoje sobre o consumo de papelão e energia indicam elevação do PIB no segundo semestre.

Dilma estourou os 15 minutos.

Continuava a falar, enquanto o Gilberto Freire com “I” (*) devia berrar no ponto do Bonner “corta ela !”.

E ela na dela.

Terminou por dizer que nao foi eleita para fazer arrocho salarial. Ou para provocar desemprego.

“Corta !”, devia berrar o “ï” no ouvido do Bonner. “Corta ! Não deixa ela falar !”.

E ela, na dela: “vamos continuar a fazer um país de classe média, como o Presidente Lula começou a fazer.”

“Corta, Bonner !”, no ponto.

“Eu acredito no Brasil”, disse ela, como se conversasse com o neto, numa tarde de domingo.

Só faltou dizer: “Bonner, eu não sou o Aécio, o Eduardo e muito menos a Bláblá”.

“Pode vir quente !, meu filho. Esse teu dedo indicador só assusta a Fátima !”

Paulo Henrique Amorim é economista, jornalista e apresentador de TV

Fonte: www.conversaafiada.com.br

Eleições 2014

Morte de Campos cria cenário de comoção social e irracionalidade política

As mortes de Eduardo Campos, ex-governador de Pernambuco e candidato ao cargo de Presidente do Brasil, dos seus dois pilotos e dos seus assessores de campanha, em acidente aéreo ocorrido em Santos-SP ainda recentemente, colocaram em estado de tristeza os familiares das vítimas e todo o povo brasileiro, que lamentou profundamente a tragédia.

Todos, sem exceção, ficaram tristes por mais essa tragédia nacional, de enorme repercussão e de muitos efeitos na vida política do País. O sentimento de solidariedade humana impôs essa tristeza coletiva, afinal, a vida humana tem sempre um valor imensurável.

Porém, no campo político, a tragédia tende a ser explorada para fins eleitoreiros, o que se afigura como um enorme equívoco.

Embora tenha dito desde o primeiro instante em que soube da fatídica notícia de que não falaria de imediato sobre eleições, a então candidata a Vice-Presidente da República na chapa de Eduardo Campos, Marina Silva, costurou, desde o início, a sua troca de posição na chapa, para ser alçada à condição de Presidente pelo PSB e pelos demais partidos que formam a coligação que dava sustentação à postulação do pernambucano Eduardo Campos (clique aqui).

Até no sepultamento de Eduardo, Marina aproveitou para fazer fotografias que, certamente, serão usadas em campanha eleitoral, como assim noticiou a parte da mídia que não se põe a serviço da direita brasileira (clique aqui).

Como gesto de solidariedade, políticos de diversas matizes e de pensamentos diferentes foram ao velório de Eduardo Campos, em Pernambuco, o que, do ponto de vista humanitário, é absolutamente normal e até elogiável.

O que não se pode elogiar, porém, é que, num gesto politiqueiro pequeno e mal-educado, vaias sejam dirigidas à atual Presidente da República, Dilma Rousseff, e ao ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, vaias estas sonorizadas em pleno velório de Eduardo. Isto, sim, é absoluta falta de educação e enorme desrespeito a quem, como ser humano, foi prestar à família de Campos a sua solidariedade.

Marina e parte do PSB, tentando dar à campanha eleitoral um forte apelo emocional, geralmente irracional, passaram a explorar na mídia a já referida tragédia e agora querem que a  viúva de Eduardo, Renata Campos, seja a candidata a Vice-Presidente da República na chapa provavelmente encabeçada por Marina.

O eleitor, entretanto, precisa ter cuidado, pois a solidariedade prestada numa tragédia não pode servir de critério para se votar em alguém.

Não é demais lembrar que Eduardo Campos era apenas o terceiro colocado nas pesquisas de intenção de voto para Presidente da República e o seu candidato a governador pelo Estado de Pernambuco também não liderava as pesquisas eleitorais na terra do frevo e do maracatu.

Dentre outras críticas que se fazia a Campos estava o fato de ele ter se empenhado para indicar a sua mãe, Ana Arraes, para o cargo de ministra do Tribunal de Contas da União - TCU, prática bastante semelhante a de outros políticos tradicionais, socialmente reprovada por grande parte da população.

Quanto a Marina, resta saber se ela manterá aquela postura de defensora intransigente de diversos pontos relacionados ao meio ambiente, quando agora conta o apoio de deputados federais que compõem a chamada bancada ruralista, aquela que defende o agronegócio em detrimento da plena conservação do meio ambiente e das reservas naturais.

Marina tem se notabilizado por seguidas e grande turbulências pelos partidos nos quais passou. Virou as costas para o Partido dos Trabalhadores - PT, que lhe deu guarida e lhe projetou nacionalmente, pelo qual inclusive foi eleita Senadora da República, e também saiu do Partido Verde - PV brigada com grandes figuras da legenda verde.

Sem conseguir fundar a Rede Sustentabilidade, seu partido, Marina foi obrigada politicamente a se filiar ao PSB, de Campos, mas já advertindo a Rede, na época, que a permanência de Marina no partido socialista seria transitória, e somente se daria até a implementação da Rede, como assim já tinha sido anunciado à imprensa nacional (clique aqui).

A propósito, é de se questionar sobre a competência de quem pretende governar o Brasil mas não teve a capacidade de criar o seu próprio partido político, quando políticos e grupos bem menos preparados o fizeram desde sempre.

Alcimar Antônio de Souza

domingo, 17 de agosto de 2014

Eleições 2014

Só para lembrar: Marina Silva já tinha data marcada para abandonar Eduardo Campos


Por DENER GIOVANINI

O estilo desagregador, prepotente e arrogante de Marina Silva, que deixou um rastro de intrigas, desconfianças e desarmonia em suas passagens pelo PT e pelo Partido Verde, já tinha data para voltar a mostrar suas garras: em nota oficial publicada no dia 26 de junho, a Rede Sustentabilidade (o grupo que segue Marina) deixou clara as suas intenções:

4. A filiação transitória democrática permite que, tão logo a Rede obtenha seu registro na Justiça Eleitoral, o que deve ocorrer nos próximos meses, seus militantes formalmente vinculados ao PSB poderão se transferir para a legenda de origem sem o risco de qualquer tipo de sanção partidária.

5. Portanto, os militantes da Rede têm data para deixar o PSB, conforme o compromisso firmado entre os partidos no final do ano passado.

Para ler a Nota da Rede na integra, CLIQUE AQUI.

É óbvio que ninguém, até então, poderia imaginar a reviravolta que aconteceria no quadro sucessório presidencial com a tragédia que se abateu sobre a candidatura de Eduardo Campos. A morte do então candidato do PSB derrubou o tabuleiro do xadrez político no chão. O jogo vai recomeçar do zero a partir de agora.

Marina Silva e sua “Rede” talvez tenha sido a pior jogada de Campos em toda a sua carreira política. Ele acreditou que Marina daria um grande impulso à sua candidatura, o que de fato não ocorreu. Talvez Eduardo, assim como tantas outras pessoas do mundo político, enxergasse nos quase 20 milhões de votos que Marina Silva obteve nas últimas eleições presidenciais um sólido patrimônio político. Foi um grande erro.

O patrimônio político de Marina Silva era tão sólido como fumaça. Seus 20 milhões de votos não lhe credenciaram sequer para construir seu próprio partido. Ela não conseguiu o número de assinaturas necessárias para obter o registro da Rede junto ao Tribunal Superior Eleitoral e, tão pouco, conseguiu impulsionar o nome de Eduardo Campos para chegar pelo menos aos dois dígitos de intenção de voto para a eleição de outubro.

Não bastasse tamanha desilusão, Marina Silva e sua Rede tiraram de Eduardo Campos apoios importantes, especialmente em colégios eleitorais fundamentais, como Rio de janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Goiás. A intransigência e a incapacidade de articulação de Marina Silva subtraíram de Eduardo palanques e alianças que poderiam ajuda-lo a tentar chegar ao segundo turno. Obviamente ninguém do PSB admitirá publicamente esse equivoco que foi a escolha da Marina como vice. Mesmo no Partido Verde, onde ela deixou um rastro de intrigas e desarmonia, quase levando o partido a desintegração absoluta, ninguém fala publicamente sobre isso.

Marina Silva quer um partido pra chamar de seu. Para mandar e impor seu messianismo “sonhático”. E o bote está se armando sobre o PSB.

Caso o partido de Eduardo Campos decida pela substituição do nome dele pelo de Marina estará apenas repetindo os erros do PT e do PV. Entregar o comando do partido a uma candidata desagregadora e com um histórico tsunâmico será o caminho mais curto para enterrar a história do PSB. Os sonháticos de Marina farão cair sobre os dirigentes do Partido Socialista Brasileiro a escuridão dos pesadelos de uma noite sem fim.

Fonte: Estadão, via Olhar Messiense (www.olharmessiense.com)

Direito e Cidadania

"Diálogo de alto nível”, diz presidente da OAB sobre Lewandowski

Brasília – O presidente da OAB Nacional, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, prestigiou na tarde desta quarta-feira (13) a eleição do ministro Ricardo Lewandowski para presidente do STF e da ministra Carmen Lúcia para o cargo de vice. Segundo o dirigente da Ordem Nacional, “a advocacia nacional se fez presente para saudar a nova direção com a certeza de que, a julgar por competência, formação e estilo dos novos dirigentes, teremos diálogo de alto nível entre as instituições”.
“O Estado Democrático de Direito contará com tradição secular de defesa da ordem constitucional, das garantias constitucionais e da ordem democrática, com convicção que tanto a advocacia e a cidadania terão na mão a certeza e a segurança de um biênio exitoso. Tenham uma exitosa gestão, é o que advocacia e a sociedade brasileira desejam”, saudou Marcus Vinicius.
Os ministros Ricardo Lewandowski e Carmen Lúcia foram ambos eleitos com nove votos. Em seu pronunciamento, o presidente eleito da Suprema Corte se disse “extremamente sensibilizado” pela confiança depositada nele. “Comprometo-me a honrar as tradições seculares do STF e fazer respeitar a consagrada liturgia dessa casa de Justiça”, afirmou. A vice-presidente também agradeceu a confiança dos colegas.
Celso de Mello, decano do STF, pronunciou-se em nome dos demais ministros da casa para dar as boas-vindas aos novos dirigentes pelo próximo biênio, elogiando a tradição de décadas de autogoverno da Casa. Após relembrar as trajetórias de Ricardo Lewandowski e de Carmen Lúcia, apresentou “os melhores votos de sucesso e plena realização de encargos inerentes às funções”. “Tenho absoluta certeza que os eminentes ministros saberão agir com sabedoria, prudência e segurança, enfrentando e superando os obstáculos e desafios tão comuns ao exercício dos cargos de presidente e vice-presidente do STF”, saudou.
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou que ele e o Ministério Público do Brasil reconhecem que os ministros reúnem todos os predicados para a presidência da mais alta corte do país. “O Ministério Público reconhece a vocação para o diálogo, trabalho cooperativo e liderança. Confiamos na condução serena e segura do poder judiciário brasileiro”, elogiou Janot.
Gestão
Em entrevista a jornalistas no STF, Ricardo Lewandowski afirmou que sua gestão será pautada pelo diálogo com a advocacia, com os outros poderes, com a magistratura e com o Ministério Público, “com todos os esforços para a melhoria da prestação jurisdicional”.
“Vamos priorizar o julgamento dos Recursos Extraordinários com Repercussão Geral, que aportam na corte e paralisam todos os demais processos nas cortes inferiores com o mesmo tema. Eles congestionam as cortes inferiores e fazem com que jurisdicionados aguardem até anos para que sua questão levada a juízo seja selecionada. Mas não vamos esquecer as Ações Diretas de Inconstitucionalidade que há muito tempo aguardam julgamento”, adiantou Lewandowski.
O presidente eleito do STF também prometeu ampliar as audiências públicas, facilitar a participação dos amicus curiae nos julgamentos e facilitar formas alternativas de solução de controvérsias. “Temos no país cerca de 100 milhões de processos em tramitação para cerca de 18 mil juízes. Temos que estimular formas alternativas como conciliação, mediação e arbitragem, de modo que os conflitos menores não sejam necessariamente levados ao Judiciários e possam ser resolvidos pela própria sociedade”, afirmou.
Fonte: www.oab.org.br

Opinião

A direita quer Marina para tentar tirar Dilma a qualquer custo

Por Crispiniano Neto

O que me parece que vai se desenhando no cenário da eleição presidencial é exatamente o que previ no primeiro momento, quando me comunicaram que Eduardo Campos teria morrido em um desastre aéreo.  Como animal político que sou, além do choque natural pela tragédia, pensei nas consequências políticas do fato.

Choque porque, pois uma vida humana que se vai dói em qualquer alma sensível e ainda mais quando se trata de uma vida de destaque como a do ex-governador e mais ainda por lembrar-me da sua presença no lançamento do meu livro sobre Lula em Brasília e pelo fato de ter perguntado por mim ao encontrar-se com o cordelista Paulo de Tarso, de Tauá, coisa que eu nem esperava, pois não imaginei que tivesse ficado me conhecendo a este ponto.

Pensei que seria natural a substituição do seu nome pelo da sua vice, Marina da Silva, e que isto viabilizaria um segundo turno, o que se configura como uma notícia ruim para a candidatura Dilma, que marchava de rota batida para ganhar no primeiro diante da estagnação de Aécio Neves, do esgotamento da capacidade de inventar escândalos, com o murchamento da CPI da Petrobras e o besteirol da Wikipedia que prova como o estoque de balas de prata andava escasso.

Imaginei que, se a possibilidade era ruim para o PT por viabilizar o segundo turno, pior seria para o PSDB, pois a insossa candidatura de Aécio não resistiria a uma candidatura com mais apelo do novo, por mais falso que isto me pareça e com o ingrediente da comoção, que agora ela, mesmo dizendo que não quer falar de política, está costurando a mil por hora, tentando carregar a viúva de Campos, como vice, num gesto que demonstra o sentimento demagógico que invadiu aquela Marina com cara de pura de antigamente.

O que quero dizer é que tendo o segundo turno, quem vai é Marinha e não Aécio, mas a direita está se lixando para Aécio que não vem demonstrando bom desempenho, mesmo depois de passado o estágio probatório da sua candidatura. Muito pelo contrário, todo dia é alvo de um novo escândalo, denunciado até mesmo pela mídia direitosa.

Restrições, Marina tem muitas. Seja dentro do PSB onde tem muitas antipatias, seja no meio empresarial, com especialidade do agronegócio pelo seu perfil de ecochata, mas já sem muita convicção.

O problema é que a direita nacional e internacional sabem que Marina não é ameaça nenhuma ao capitalismo neoliberal. E não precisa esperar ser eleita para mostrar isto. Na tentativa de ganhar, ela já começará a passar recibo na semana que vem “tranquilizando o mercado” de que será bem menos incômoda ao capital financeiro, aos interesses dos investidores estrangeiros e do agronegócio, que Dilma Rousseff vem sendo.

Resta saber o que vai pensar um imenso contingente de eleitores do povão, que não costuma raciocinar com base nos argumentos da mídia. Não se celebrará a missa de sétimo dia, sem que se conheça a nova Marina, que já está se pintando...

Crispiniano Neto é jornalista, poeta, escritor, agrônomo e bacharel em Direito
Fonte: www.crispinianoneto.blogspot.com.br

sábado, 16 de agosto de 2014

Patu/Messias Targino

TRE inaugurará Fórum da 37ª Zona Eleitoral

No próximo dia 22 de agosto, às 9 horas, acontecerá em Patu a solenidade de inauguração do Fórum da Trigésima Sétima Zona Eleitoral do Rio Grande do Norte, que tem sede em Patu e abrange também o Município de Messias Targino.

A nova sede da Justiça Eleitoral resultou de parceria entre o Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte - TRE/RN e o Município de Patu, que fez a doação do imóvel onde se situa o Fórum Eleitoral para que TRE pudesse construí-lo.

O novo Fórum funcionará na Rua Valdemar Izídio de Lima, em Patu, e contará com moderna estrutura física, abrigando o Cartório Eleitoral, um gabinete para o juiz eleitoral, cozinha, banheiros e outras dependências necessárias ao bom funcionamento do Poder Judiciário Eleitoral.

O presidente do TRE/RN, desembargador Amílcar Maia, e o juiz da 37ª Zona Eleitoral, Valdir Flávio Lobo Maia, convidaram para o ato inaugural autoridades diversas e advogados militantes no âmbito da 37ª Zona.

A 37ª Zona é uma das poucas do Estado que ainda não têm suas sedes próprias e funcionam, portanto, dentro dos Fóruns da Justiça Estadual. Em Municípios como Governador Dix-Sept Rosado, Janduís e vários outros do interior do Rio Grande do Norte, as Zonas Eleitorais respectivas já funcionam em sedes próprias.

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Messias Targino

"Missa da cura e da libertação" teve a participação de uma grande multidão

Messias Targino viveu um belo momento de fé e louvor a Deus nesta última quinta-feira, 14 de agosto, quando o padre Nunes, que exerce o sacerdócio em Natal, celebrou na cidade a "Missa da cura e da libertação".

Além de padre, Nunes é também cantor e já é conhecido como um dos mais proeminentes artistas da música católica.

Acompanhado por sua banda, padre Nunes fez da celebração um belo espetáculo de música e louvor a Deus.


Foto: Maria da Glória Andrade


A população de Messias Targino participou maciçamente, e recebeu a companhia de pessoas de várias partes do Rio Grande do Norte e também do vizinho Estado da Paraíba.

O resultado foi a lotação do átrio da Capela de Nossa Senhora das Graças, onde foi celebrada a Santa Missa, e da Praça Central João Jales Dantas, que fica de frente à Capela.

Faltaram acentos, mas as pessoas não se incomodaram com isto, e a maior parte dos fiéis permaneceu de pé o tempo inteiro.

A ex-prefeita messiense Shirley Ferreira Targino e o atual prefeito messiense Arthur de Oliveira Targino foram anfitriões para outros políticos de toda a região, que se juntaram aos demais fiéis nesse grande momento de oração.

Esta é a segunda vez que o padre Nunes visita Messias Targino. A primeira aconteceu na Festa de Nossa Senhora das Graças, padroeira do Município, no ano de 2013, quando o sacerdote-cantor fez uma belíssima apresentação musical ao lado da Igreja.

Messias Targino terá a sua "Missa da cura e da libertação" semanalmente

Quando a Missa da cura e da libertação de Messias Targino já se aproximava do seu término, chegou ao local o padre Américo Leite, administrador da Paróquia de Nossa Senhora das Dores, que tem sede em Patu e na qual Messias Targino está inserida. Ele vinha de semelhante celebração, na Igreja Matriz de Nossa Senhora das Dores, de Patu.

Diante da multidão, padre Américo informou que, além das missas dominicais, a Capela de Nossa Senhora das Graças terá também a "Missa da cura e da libertação", que será celebrada em todas as quartas-feiras, sempre às 19 horas.

Essa celebração eucarística de muita religiosidade e fé, com momentos de intenso louvor e muita espiritualidade, já ocorre na Igreja Matriz de Nossa Senhora das Dores, em Patu, e vem se tornando uma prática no âmbito da Igreja Católica.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Louvor a Deus

Padre cantor celebrará "Missa da cura" em Messias Targino

A comunidade cristã-católica de Messias Targino vive momento de euforia espiritual. Nesta quinta-feira, 14 de agosto, a sua Capela de Nossa Senhora das Graças receberá a visita do padre Nunes, conhecido também por ser um dos mais recentes talentos da música católica.

A partir das 19 horas desta quarta-feira, 14, o padre Nunes celebrará a "Missa da cura e da libertação", para a qual devem comparecer não apenas fiéis cristãos-católicos de Messias Targino, mas também de Municípios vizinhos.

O convite para a "Missa da cura" vem sendo feito há dias pelo rádio e também pelas redes sociais da internet.

A expectativa, pois, é de um grande número de fiéis na celebração eucarística, numa noite de muito louvor a Deus.

Mais trabalho, mais moradia

Prefeito entrega mais 46 moradias a famílias carentes

O jovem prefeito de Messias Targino, Arthur de Oliveira Targino (PMDB), apesar das muitas dificuldades encontradas pelos Municípios de pequeno porte, tem procurado melhorar a vida do povo mais humilde do Município.

E mais uma ação concreta para isso aconteceu nesta quarta-feira, 13 de agosto, quando o prefeito Arthur entregou mais quarenta e seis unidades residenciais, construídas pela Prefeitura de Messias Targino em parceria com o Governo Federal.



Prefeito Arthur, auxiliares e família beneficiada, em visita a uma unidade entregue

A solenidade de entrega dos imóveis residenciais aconteceu no Centro de Cultura e Eventos do Município, localizado na Rua Francisco José Pinto, no Bairro Lagoa do Junco, e contou com uma expressiva participação de autoridades e da população em geral.

As novas moradias foram edificadas na zona rural do Município, como forma de se incentivar que as pessoas busquem voltar a morar no campo, como se tinha em grande escala há décadas passadas.

Em dezembro de 2013, o prefeito messiense já havia entregue outras quarenta e uma unidades habitacionais, desta feita na zona urbana do Município.

A redução significativa do déficit habitacional de Messias Targino foi uma das marcas das duas gestões da ex-prefeita Shirley Ferreira Targino, cujas administrações construíram centenas de moradias para famílias carentes, a maior parte delas edificada no Conjunto Osnildo Targino, antigo Conjunto Parque das Rosas.

O prefeito Arthur já disse por diversas vezes que pretende dar continuidade a essa política de construção de moradias, como de fato já o vem fazendo.

Ao realizar a construção de moradias, a gestão do prefeito Arthur, além de beneficiar as famílias cadastradas no programa respectivo, geram postos de trabalho e renda para o Município durante as construções.