Maria Rita: quinze anos
No dia 25 de dezembro de
2010, na cidade de Catolé do Rocha, no vizinho Estado da Paraíba, nasceu MARIA
RITA ANDRADE DE SOUZA, filha de ALCIMAR ANTÔNIO DE SOUZA e ELIZÂNGELA FERREIRA
DE ANDRADE.
Se MARIA RITA sempre foi
muito tranquila e serena, os momentos que antecederam ao seu nascimento e os
momentos imediatamente posteriores a ele não foram tão tranquilos.
O nascimento se deu após
muitas idas a Municípios diversos durante o último mês de gravidez de ELIZÂNGELA.
A cada sinal de um parto iminente, ALCIMAR, ELIZÂNGELA e mais outra pessoa que
estivesse por perto (DETULHO era o mais frequente nessa missão) corriam para
algum Hospital da região, pois a sala de partos do Hospital Municipal de Patu
estava sendo reestruturada. Almino Afonso e Mossoró foram alguns dos destinos
buscados na hora do aperreio. Mas o parto não acontecia. Os sinais eram falsos,
e a mãe da criança voltava chateada com o tempo gasto na estrada.
Na noite anterior ao dia do
parto, ELIZÂNGELA novamente sentiu as contrações. Sem alarde e sozinha foi ao
HOSPITAL MUNICIPAL DE PATU, e, acompanhada da saudosa parteira MARIA DIAS, foi
levada a Catolé do Rocha, onde MARIA RITA nasceu no dia seguinte. Na caravana
das viagens pré-parto, desta vez estavam seu pai, seu tio afetivo DETULHO e sua
tia VERA ANDRADE. Apenas os acompanhantes de ELIZÂNGELA já fizeram volume no Hospital
de Catolé do Rocha.
Sem chorar no nascimento,
MARIA RITA foi conduzida a uma sala especial do HOSPITAL DE CATOLÉ DO ROCHA,
pois havia ingerido substância líquida no nascimento, e teve que receber
cuidados especiais. O pai, temente a Deus como sempre, aproveitou a existência
de uma Capelinha que existia em um dos corredores do Hospital, e pôs-se em oração.
E desse encontro com Deus, na presença de Maria, mãe de Jesus, saíram quatro
promessas em prol da saúde de MARIA RITA, todas já cumpridas.
E assim MARIA RITA foi
crescendo, rodeada de muito carinho de seus pais, de suas famílias e das muitas
amizades que foi construindo desde cedo.
Ela teve por avós paternos
MARIA JOSÉ DE SOUZA (MARIA DO JUNCO) e JOSÉ ANTÔNIO FILHO. Seus avós maternos
são NÉLBIA MARIA DE ANDRADE e ANTÔNIO ETELVINO DE OLIVEIRA NETO (ANTONIO DE GROSSO).
Seus bisavós paternos foram
NOÊMIA MARIA DE ALMEIDA e JOSÉ SEVERINO DE SOUZA, e ANTONIA SEBASTIANA DE JESUS
e JOSÉ ANTONIO DE OLIVEIRA.
Seus bisavós maternos são
MARIVI FERREIRA e FRANCISCO ETELVINO DE OLIVEIRA (SEU GROSSO) e RITA ROCHA DE
ANDRADE e CÍCERO ROMÃO DE ANDRADE (CIÇO ARROZ), que em verdade são os pais de
criação de sua mãe ELIZÂNGELA.
MARIA RITA conheceu vários
desses seus ascendentes, mas infelizmente muitos deles foram habitar no plano
de Deus antes mesmo de ela nascer.
Seus irmãos são JOÃO
VÍTOR GUILHERME DE SOUZA, CLARA BEATRIZ PEREIRA DE ANDRADE e ISAC PABLO RAMOS OLIVEIRA
DE SOUZA. Dos quatro, ela é única ainda menor de idade. Seu primo DAVI GÁLBER
ALVES FERREIRA é quase um irmão, pois os dois tem uma convivência desde quando
eram bem pequenos, quando inclusive costumavam arengar por tudo. Hoje em dia
não brigam mais.
Seus padrinhos de batismo
são PAULO HENRIQUE FERREIRA TARGINO e KELLY MEDEIROS, sendo o primeiro primo de
ELIZÂNGELA.
MARIA RITA sempre teve
uma proximidade muito grande com algumas primas, destacando-se, em maior ou
menor proporção, LETÍCIA, PRISCILA JULIANA e ISABELA.
Amigas próximas são
muitas, e seria injusto mencionar algumas e esquecer-se de outras.
Em razão de fatos
diversos, duas das suas tias são mais presentes na vida de MARIA RITA, e até
são responsáveis por fazer todos os gostos dela desde pequena: GLÓRIA (tia de
sangue) e JANE REIS, tia afetiva, pessoa que a vida trouxe para perto de MARIA
RITA. São duas protetoras permanentes de MARIA RITA, e lhe fazem muito bem no
dia a dia.
Além da educação que lhe
é peculiar, MARIA RITA carrega consigo a marca do respeito. Aos tios e tias, inclusive
tios-avós e tias-avós, costuma pedir a bênção sempre que os encontra. E
respeita a todos, como se espera de qualquer criança ou adolescente.
MARIA RITA sempre foi de
muita responsabilidade nos estudos. Por onde passou (GINÁSIO COMERCIAL DE PATU
e ESCOLA MUNICIPAL RAIMUNDO ROCHA), sempre teve notória aplicação, com
resultados extraordinários. Não à toa ela era uma das alunas preferidas da
professora CONCEIÇÃO, do GINÁSIO COMERCIAL, que vez por outra a usava como exemplo
para algum estudante menos comprometido com o aprendizado.
Fruto da sua aplicação
nos estudos, em 2025 MARIA RITA foi aprovada para o curso de Técnico em
Edificações do INSTITUTO FEDERAL DA PARAÍBA – IFPB, Campus de Catolé do Rocha,
onde passará a estudar a partir de 2026.
Na verdade, a vontade de
seu pai, filho de catequista, era que MARIA RITA buscasse o caminho do
Convento, para ser freira, o que ela recusou desde cedo. Ainda pequenina, mas
já com alguma compreensão da vida, seu pai lhe perguntou por que ela não seria
freira, e ela respondeu, na ingenuidade de uma criança: “Porque freira não pode
se casar!”
Isto, porém, não significou
o afastamento de MARIA RITA dos caminhos de Deus. MARIA RITA sempre frequentou
a Igreja Católica, de quem recebeu os sacramentos do Batismo e da Primeira Eucaristia;
é aluna da catequese da Crisma, e já tem apalavrada como madrinha uma amiga de
infância, JENNIFFER; e participa ativamente de grupos de orações. A sua
presença na Santa Missa aos domingos é uma constante, porque assim lhe é
ensinado, e porque esta é sua vontade.
O seu respeito a Deus se
manifesta no dia a dia: no respeito à família e aos amigos, na vontade de
sempre fazer o bem e no tratamento sempre humanizado que dispensa a qualquer
pessoa.
Na chegada dos seus
quinze anos de vida, MARIA RITA pediu apenas para celebrar com seus amigos,
amigas e familiares. O momento é de celebração, mas também de agradecimento a
Deus: pela vida, pela família, pelos amigos e por todas as conquistas até aqui
alcançadas.
O desejo de sua família e
das pessoas que a amam é que MARIA RITA alcance a felicidade e seja bem
sucedida nos seus planos e projetos, sempre sob a proteção de Deus.
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